Trump e Lula conversam por telefone por 40 minutos
Foto: Official White House/Daniel Torok
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversaram por cerca de 40 minutos nesta terça-feira (2), em um diálogo que misturou diplomacia econômica e esforço conjunto contra o crime organizado internacional.
Trump, ao comentar a ligação, adotou um tom positivo. Disse ter sido uma “conversa muito boa” e elogiou Lula, afirmando que os dois já tiveram “boas reuniões” no passado. Segundo ele, o bate-papo tratou de comércio, tarifas e das sanções aplicadas anteriormente pelo governo norte-americano a autoridades brasileiras.
Do lado brasileiro, o Palácio do Planalto informou que Lula reforçou a necessidade de eliminar as tarifas ainda existentes sobre produtos nacionais. Embora os Estados Unidos tenham retirado, em novembro, parte das sobretaxas — movimento que o presidente classificou como “muito positivo” — outros itens permanecem onerados. O Brasil é um dos principais fornecedores de carne bovina ao mercado americano, e Lula cobrou agilidade para avançar nas negociações.
O tema segurança também entrou com peso na conversa. Lula destacou que o governo federal está intensificando ações para sufocar financeiramente facções com atuação transnacional e pediu reforço da cooperação com os EUA. Segundo o Planalto, Trump demonstrou “total disposição” em ampliar o apoio americano no combate ao crime organizado.
O diálogo encerrou com a promessa de novos encontros entre as equipes dos dois países para aprofundar as discussões sobre tarifas e segurança — dois pilares que devem moldar a relação bilateral nos próximos meses.
Trump, ao comentar a ligação, adotou um tom positivo. Disse ter sido uma “conversa muito boa” e elogiou Lula, afirmando que os dois já tiveram “boas reuniões” no passado. Segundo ele, o bate-papo tratou de comércio, tarifas e das sanções aplicadas anteriormente pelo governo norte-americano a autoridades brasileiras.
Do lado brasileiro, o Palácio do Planalto informou que Lula reforçou a necessidade de eliminar as tarifas ainda existentes sobre produtos nacionais. Embora os Estados Unidos tenham retirado, em novembro, parte das sobretaxas — movimento que o presidente classificou como “muito positivo” — outros itens permanecem onerados. O Brasil é um dos principais fornecedores de carne bovina ao mercado americano, e Lula cobrou agilidade para avançar nas negociações.
O tema segurança também entrou com peso na conversa. Lula destacou que o governo federal está intensificando ações para sufocar financeiramente facções com atuação transnacional e pediu reforço da cooperação com os EUA. Segundo o Planalto, Trump demonstrou “total disposição” em ampliar o apoio americano no combate ao crime organizado.
O diálogo encerrou com a promessa de novos encontros entre as equipes dos dois países para aprofundar as discussões sobre tarifas e segurança — dois pilares que devem moldar a relação bilateral nos próximos meses.



