Rodrigo Matos garante salários em dia na Saúde e aponta IDS como única exceção
Após o Natal e às vésperas do Ano Novo, o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, fez um balanço da gestão e abordou os atrasos salariais envolvendo a empresa terceirizada IDS, responsável por serviços na área da saúde. Segundo ele, a Prefeitura encerra o ano com um resultado positivo e sem pendências financeiras com médicos da rede municipal.
De acordo com o secretário, não há qualquer dívida de honorários médicos referentes às UPAs, policlínicas e à atenção básica.“Vamos virar o ano sem R$ 1,00 de dívida de honorários médicos. Eu repito: não tem um médico que precise receber R$ 1,00 da nossa gestão. Eles trabalharam em 2025 e receberam em 2025”, afirmou.
Rodrigo Matos explicou que, ao assumir a gestão, havia pendências relativas aos meses de outubro, novembro e dezembro do ano anterior, tradicionalmente quitadas em janeiro, mas que a situação foi regularizada ao longo do primeiro ano de trabalho.
O secretário também destacou que os salários dos trabalhadores terceirizados estão em dia, embora reconheça que ainda existem problemas pontuais.“A gente precisa ser transparente e falar a verdade para as pessoas. Ainda há uma ou outra empresa com problemas, especialmente em relação a vale-alimentação”, disse.
Em relação ao 13º salário, Rodrigo Matos foi direto ao apontar que apenas uma empresa apresentou problemas.“Praticamente todas as empresas da saúde pagaram o 13º. A exceção foi a IDS”, confirmou.
Segundo ele, o pagamento do 13º só foi possível graças ao aporte financeiro da Prefeitura, aliado a um trabalho rigoroso de cobrança e fiscalização.“Não adianta só pagar, é preciso fiscalizar. A Prefeitura honra seus compromissos, mas também cobra, e isso é tão importante quanto o repasse financeiro”, ressaltou.
Ao avaliar o primeiro ano de gestão, o secretário classificou o balanço como extremamente positivo.
“O primeiro ano é, muitas vezes, para arrumar a casa. Nós arrumamos e, ao mesmo tempo, entregamos resultados. No fim das contas, o que vale é o resultado”, afirmou, destacando os avanços nas políticas públicas de saúde em Feliz Santoro.
Sobre como o município pretende evitar novos atrasos por parte de empresas terceirizadas, Rodrigo Matos explicou que todas as medidas seguem o que determina a lei.“Não podemos inventar a roda. Existe processo administrativo, com direito à ampla defesa e ao contraditório, e isso está sendo respeitado”, explicou.
Ele ressaltou que, dependendo da conclusão do processo, as sanções podem incluir desde penalidades administrativas até a rescisão de contrato, além do impedimento de participação em futuras licitações.“Não compactuamos com erros nem com inadimplência de empresas terceirizadas. O município faz a sua parte, e quem não cumpre suas obrigações será responsabilizado”, concluiu.




