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“Um grupo sempre aberto a novas lideranças”, diz Robinson Almeida sobre possível composição com Zé Ronaldo

Por Hely Beltrão

Em entrevista coletiva concedida neste terceiro dia de Carnaval, o deputado estadual Robinson Almeida (PT) exaltou a capacidade de organização do poder público para a estrutura da festa, comentou sobre a vinda de Lula na Bahia e a composição do grupo para as próximas eleições.

“O carnaval de Salvador é uma marca consolidada no Brasil e no mundo e esses primeiros dias foram de muita tranquilidade, com uma revitalização do circuito Campo Grande e uma ampla participação popular, muita gente de Salvador, do interior e de fora do estado, a rede de hotéis lotada, o turismo muito ativado e Salvador agora mostra para o mundo, abarca a Bahia, então é um carnaval que está dando os resultados previstos pelo planejamento feito pela Prefeitura e governo com essa somatória, pois sem eles não tem carnaval, são os serviços públicos que se complementam e dão segurança  à população e que tudo funciona na mais perfeita harmonia para que tenhamos um carnaval inesquecível em 2006”.

Lula na Bahia

“Estive com o Lula (PT) em um evento do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), há 3 semanas, depois, nos 46 anos do PT e agora, uma semana depois, o presidente Lula tem uma paixão e um carinho muito grande pela Bahia, ele decidiu esse ano fazer um carnaval mais presencial, foi para Pernambuco, vem para Bahia e vai para o Rio de Janeiro onde ele será homenageado por uma escola de Samba que fez o enredo em homenagem a ele, a Acadêmicos de Niterói, para nós é uma alegria receber Lula a qualquer momento, se dependesse de mim ele estaria aqui toda semana, porque sempre traz coisa boa, investimento para o nosso estado e fortalece fisicamente, a Bahia deu a ele mais de 4 milhões de votos, creio que repetirá a dose, o candidato filho do ex-presidente que negou vacina ao povo, agora está viajando, curtindo na Europa, na Arábia, está fora do Brasil, não participa do festejos, parece até que recebeu a candidatura da presidência como algo hereditário, uma família que se acha dono de um espectro político do poder que passa de pai para filho como Capitania Hereditária, mas não se preocupa com o Brasil, já disse que se eleito vai botar o irmão como chanceler, o irmão que foi entregar o Brasil a Trump, então ai está se desenhando um cenário onde Lula irá ampliar a votação na Bahia, por conta de tudo que ele já fez e também pela qualidade dos outros adversários”.

Ao ser questionado sobre uma possível composição de chapa com o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (UB), como vice de Jerônimo Rodrigues (PT), Robinson disse que o grupo sempre está aberto a novas lideranças.

“Há um planejamento político que todos conhecem, o PT, PSD, PSB, PCdoB, PV, são partidos que formam um grupo, que nunca está fechado, está sempre aberto a novas lideranças, o prefeito José Ronaldo tem uma paquera institucional com o governo do Estado, Jerônimo fez muito por Feira de Santana no primeiro ano do mandato de Zé Ronaldo, ajudou muito, não sei se com essa relação institucional acontecerá algum tipo de vínculo político eleitoral, vamos aguardar até o final de março, o prazo final para essas definições, mas o planejamento está feito pelo nosso grupo e vamos caminhar com a chapa Jerônimo, Rui Costa (PT) e com Jaques Wagner (PT) que é a coluna vertebral da nossa campanha”.

Hely Beltrão

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