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Seminário da Hemoba reúne especialistas e pacientes para discutir doença falciforme

Durante todo o dia, especialistas abordaram temas como diagnóstico e tratamento da doença, assistência farmacêutica, acesso a medicamentos.

Por: Redação
18/06/2026 às 08h46
Seminário da Hemoba reúne especialistas e pacientes para discutir doença falciforme
Foto: Reprodução
Como parte das ações pelo Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme, celebrado em 19 de junho, o Centro Estadual de Referência às Pessoas com Doença Falciforme Rilza Valentim (CERPDF/Hemoba) realizou o seminário “Eu no Mundo – Conhecimento e Inclusão das Pessoas com Doença Falciforme” no auditório da sede da Hemoba, em Salvador, na quarta-feira (17). O evento reuniu profissionais de saúde, pesquisadores, pacientes, familiares e representantes de associações.
Durante todo o dia, especialistas abordaram temas como diagnóstico e tratamento da doença, assistência farmacêutica, acesso a medicamentos, transfusão sanguínea, fisioterapia, enfermagem, complicações crônicas, o Censo das Pessoas com Doença Falciforme e a importância da pesquisa para o desenvolvimento de novas terapias e estratégias de cuidado. A iniciativa teve como objetivo promover o diálogo, ampliar o acesso à informação e fortalecer a inclusão social das pessoas com doença falciforme, destacando seus direitos, potencialidades e os desafios enfrentados no cotidiano.
Segundo Anelisa Streva, diretora do CERPDF, o seminário é importante por possibilitar o compartilhamento do conhecimento, adquirido no dia a dia, com pacientes, profissionais de saúde e a equipe multidisciplinar do Centro. “Quanto mais próximo do conhecimento, maior a nossa chance de ter sucesso no tratamento e proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pacientes. Além disso, é uma oportunidade de estreitar laços e estar mais perto das pessoas com doença falciforme, das associações e dos nossos colegas. Acredito que momentos como este podem transformar o cotidiano e o futuro dessas pessoas”, avaliou.
Para a paciente Sueli Sales, de 52 anos, o encontro foi uma oportunidade para esclarecer dúvidas e ampliar o conhecimento sobre a doença e seu tratamento por meio do contato com os profissionais de saúde. “Às vezes, temos aquele contato apenas durante a consulta ou na hora de pegar um remédio, mas não existe esse momento de estarmos todos juntos, no mesmo ambiente, falando a mesma língua. Isso, para mim, é de grande valia”, declarou. Já para Mônica Santana, de 49 anos, o seminário representou uma oportunidade de atualização e aprofundamento dos conhecimentos sobre a doença falciforme, contribuindo para uma compreensão mais clara sobre a sua condição.
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