
Por Hely Beltrão
O Ministério Público da Bahia (MPBA) se manifestou favorável à revogação da prisão preventiva do empresário Oyama de Figueiredo, Luanda Cajado de Figueiredo Carvalho, Lívia Cajado de Figueiredo, Pedro Henrique dos Reis de Figueiredo e Geraldo Bispo Ferreira, acusados de integrarem grupo que cometeu fraudes documentais, grilagem de terras e lavagem de capitais em Feira de Santana e municípios vizinhos.
Os acusados foram presos durante a Operação Sinete, deflagrada em novembro de 2025, quando tiveram a prisão temporária convertida em preventiva. O MPBA se manifestou favorável a revogação da prisão preventiva dos acusados, desde que cumpridas as chamadas medidas cautelares diversas a prisão, ou seja, uma série de imposições que devem ser cumpridas, entre elas:
Comparecimento periódico em juízo, proibição de acesso ou frequência a determinados lugares, proibição de manter contato com vítimas, testemunhas, corréus e demais pessoas indicadas pelo Juízo, proibição de ausentar-se da comarca sem prévia autorização judicial, suspensão do exercício de atividade de natureza econômica, consistente na proibição integral do exercício de atividades empresariais e o monitoramento através de tornozeleira eletrônica.
Em coletiva de imprensa realizada em dezembro do ano passado, a defesa do empresário e de seus familiares negou que houvesse cometimento de crime e que nenhuma irregularidade foi encontrada nas residências da família durante as buscas realizadas pela Força-Tarefa.
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