Após 20 anos sem registros, caso de raiva em cachorro acende alerta em Salvador
A Prefeitura de Salvador confirmou um caso de raiva em um filhote de cachorro, quebrando um intervalo de duas décadas sem registros da doença na capital baiana. O alerta epidemiológico foi emitido nesta quarta-feira (3) pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O animal, adotado após ser encontrado na rua, morreu em 20 de novembro.
O diagnóstico, feito pelo Lacen, saiu oito dias depois. Segundo a SMS, o filhote com menos de três meses provavelmente teve contato com animais silvestres antes da adoção. Com o caso confirmado, o município iniciou uma série de medidas: bloqueio vacinal nas áreas onde o cão circulou, busca ativa de pessoas e animais que tiveram contato com ele, ações casa a casa e vacinação de cães e gatos do entorno.
A SMS reforça que a principal prevenção é manter a vacinação antirrábica de cães e gatos a partir dos três meses. A população também deve evitar contato com animais silvestres e acionar o Centro de Controle de Zoonoses ao encontrar morcegos ou outros animais em situação suspeita.
Em caso de mordidas, arranhões ou contato com saliva de animais potencialmente infectados, a recomendação é procurar imediatamente atendimento de saúde.




