Promessa é divida
Por Luiz Santos, radialista e jornalista
O governo federal assinou contrato e anunciou para todo mundo ver e ouvir a duplicação da avenida Eduardo Fróes da Mota (Anel de Contorno), a tão sonhada duplicação prometida há décadas, e desta vez todos acreditaram. Inclusive foi montado até o canteiro de obras próximo à Lagoa Grande. Homens e máquinas trabalhavam no local e depois desmontaram tudo e foram embora.
Como promessa é dívida, estão devendo à população, não só de Feira de Santana mas da Bahia e o Brasil. Isso porque essa obra vai impactar positivamente na vida de centenas de milhares de pessoas que trafegam por essa importante avenida.
Segundo o anúncio feito por ministros do governo federal, pelo governador Jerônimo Rodrigues(PT), entre outros políticos, as obras deveriam ser entregues agora em 2026. No entanto, até o momento não passou de promessas de políticos e, enquanto isso, os transtornos só aumentam e a esperança e a paciência de quem precisa trafegar diariamente pelo Anel de Contorno vão embora.
Outra obra importante
O Centro de Convenções de Feira de Santana inaugurado depois de décadas, finalmente foi entregue à população. Porém, sua funcionalidade precisa entrar em vigor para que a população não fique pagando sem funcionar.
Alguns eventos importantes já aconteceram naquele espaço, quase todos em caráter experimental. No entanto, o governo do estado precisa decidir quem vai administrar: a iniciativa privada ou o próprio estado. O que não pode é o Centro ficar ocioso, só gerando custos ao erário público.
Um ano completa este mês que foi inaugurado este equipamento que, segundo o deputado estadual Robinson Almeida (PT), deveria levar o nome do músico feirense Carlos Pita, mas, até o momento, nem nome nem funcionalidade. Espera-se que a promessa do Governo Federal – duplicação do anel de contorno – seja paga e que o Centro de Convenções funcione plenamente.




