Dispensa na licitação para contratação de banca para realização de concurso para professores em Feira chama atenção pelo alto valor
Coluna Ponto e Vírgula – Humberto Cedraz
O último levantamento do IDEB indicou Feira de Santana com nota 4,4, ficando muito abaixo de Anguera e Berimbau. Pois bem, no mês de novembro, acredito, para melhorar o desempenho da educação no município, sem anunciar, por qualquer meio, a não ser por algum que não tenha difusão, foi publicado sem, antes, convocar coletiva de imprensa, com o prefeito e o secretário de Educação, concurso público para contratação de mil novos professores, tornando-se a iniciativa como a maior do Brasil, neste ano. Era de se esperar uma ampla difusão para mostrar que agora a educação no município, “VAI…” Nenhum programa de rádio ou outro órgão qualquer, salvaguardando o site Bahia na Política, noticiou, dias depois, o contrato.
R$ 6.600.000,00
O concurso, em si, é importante para oxigenar a educação, na Princesa do Sertão. Um problema que pode ter acontecido é que o prefeito José Ronaldo não foi notificado que haveria esse concurso. Essa conclusão me projeta para a história de José Ronaldo ou de qualquer político experiente igual a ele, faria disso o maior evento educativo de sua administração no setor. Claro que as notas concernentes não vêm revestidas de um caráter denuncista, mas sim, da curiosidade de um cidadão, e sou um, porque não se justificou essa contratação dando amplo conhecimento à sociedade, sobretudo porque o expediente utilizado para a contratação foi simplesmente o da dispensa de licitação. Dispensa de licitação com valor de R$ 6,6 milhões (6 milhões e seiscentos mil reais), embora o secretário, Pablo Roberto, tenha assinado sozinho a publicação e ato contínuo a tal da dispensa e, no mesmo, dia a assinatura do contrato. O prefeito não assinou, mas sabia??? Não vale responder ao jornalista, mas é importante dá satisfação à sociedade.




