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Evento do Sindsefaz em Feira debate importância do Sindicalismo no Cenário Econômico e Político

Por Luiz Santos e Hely Beltrão

Acontece na noite desta quinta (16), no Hotel Ibis, em Feira de Santana, o seminário “Diálogos Produtivos”, em comemoração aos 30 anos do SINDSEFAZ (Sindicato dos Servidores da Fazenda do Estado da Bahia).

Marco Aurélio, um dos diretores do Sindsefaz, relatou ao Conectado News sobre a importância do sindicalismo no contexto atual.

“Sabemos que o trabalhador brasileiro de um modo geral tem sido atacado de forma covarde, há um processo de degradação do trabalho de modo geral e o sindicato enquanto o defensor desses direitos cabe a ele ir para cima e mostrar que as coisas precisam ser avaliadas, é inadmissível que se tenha tanta dificuldade do pessoal entender que o trabalhador ele é importante para a empresa, não dá para você viver sem o trabalhador, não se trata do nós contra eles, mas de um processo de precarização do serviço de modo geral, é isso que os sindicatos precisam entender e levar para a base, não dá para continuar trabalhando com esse tipo de situação onde o trabalhador é submetido a diversas situações, de salário, forma de trabalhar e ficar parado, somos aqueles que defende o trabalhador, é preciso que o sindicato se reúna e mostre ao trabalhador brasileiro o que precisa ser feito, ou seja, o propósito deste seminário é isso, mostrar que a conjuntura política que se avizinha talvez seja a mais perigosa de todos os tempos, nunca se teve tanta ameaça ao trabalhador como agora, se não acordar, levantar, certamente ficaremos para trás e depois será tarde”. 

Redução escala 6×1

“O servidor público tem acontecido de forma lenta, porém agressiva, falam em privilégio, se vendeu a ideia que o servidor público é privilegiado, o que discordamos, o que existe no serviço público são empregos de pessoas não concursadas que acabam sendo aquele que está a serviço da política, diferente do servidor de carreira, que tem o compromisso de fazer o estado andar, porque não somos servidores de governador, mas do Estado e entendemos que a escala 5 por 2 deve ser implantada no país, é preciso que se entenda que o tempo de escravidão acabou, isso precisa ser bem explícito, o servidor público tem uma facilidade maior, o Sindsefaz tem uma visão diferente das contas, de situações financeiras do Estado, por isso entendemos sim que é possível sentar, conversar e negociar, não deve ser imposto, mas tem que ser discutido, ser feito para melhorar a condição de vida, vivemos em um mundo onde o juízo das pessoas estão se acabando, violentas, acontecendo coisas que nunca imaginava e a situação de trabalho contribui para isso, entendo ser muito louvável que os sindicatos entendam que é preciso discutir, não aprovar por aprovar, sentar, nos do sindicato entendemos que é possível implementar e fazer essa transição porque há possibilidade sem prejuízo a ninguém”.

Hely Beltrão

Hely Beltrão

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